(Apagado o primeiro "Nuvens de Orvalho", e depois de grande interregno, surge esta segunda via, com o principal objectivo de não perder ou deixar ao abandono alguns dos trabalhos do anterior.)

07/04/2026

Como ave

Como ave sempre livre
Que voa segura no azul do céu
Planando no ar e sentindo-o seu
Assim a minha alma se embala
Ao som da música em voo rasado
Por entre um arco-íris perfumado
Valsejando tal canção
Que se extasia num refrão

Depois pousa em sombra fresca
A beber o descanso merecido
Serena as asas cansadas
Que pela brisa levadas
Ao ar puro apetecido
Da fragrância da paixão
Por demais arrebatada
Em intensa enlevação

Publicado originalmente em 31/07/2008 no primeiro Nuvens de Orvalho

poderá também gostar de